Implantada no limite oeste da aldeia de Vinhó, num terreno marcado pela presença de afloramentos rochosos e pela relação visual com a Serra da Estrela, a moradia desenvolve-se num único piso, assumindo uma linguagem própria procurando estabelecer uma relação harmoniosa com o lugar.
Implantada no limite oeste da aldeia de Vinhó, num terreno marcado pela presença de afloramentos rochosos e pela relação visual com a Serra da Estrela, a moradia desenvolve-se num único piso, assumindo uma linguagem contemporânea, onde a simplicidade formal procura estabelecer uma relação harmoniosa com o lugar.
A implantação adapta-se às características do terreno, pousando sobre os afloramentos rochosos existentes e assumindo uma ligeira torção em relação ao norte, de forma a otimizar a orientação solar, as vistas e a relação com o arruamento.
Em relação aos espaços interiores, a moradia organiza-se numa relação transversal entre o corpo social, marcado pela amplitude dos espaços e pela relação direta com os alpendres e o pátio, e um corpo de carácter privado, no qual se distribuem os cinco quartos.
Volumetricamente, a moradia resulta da articulação de dois corpos puros, aos quais são subtraídos e adicionados espaços de acordo com o organograma interior e a relação pretendida com a envolvente.
Os alpendres e o pátio assumem-se como extensões naturais das áreas de vivência interiores, conferindo à moradia uma linguagem contemporânea e uma volumetria depurada, perfeitamente integrada na topografia e na envolvente.
Cliente: Privado | Área de implantação: 249 m² | Área de construção: 323 m²